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Jump Force

Jump Force não chega a tudo o que a Shonen Jump representa nesses 50 anos, mas diverte com personagens e lutas satisfatórias.

Anunciado na E3 2018, Jump Force fez os fãs de anime e jogos vibrarem pelo enorme crossover que viria por aí, afinal, quem não gostaria de ver grande parte dos personagens da Shonen Jump em um jogo de ação e aventura? Pois é, mas o título da Bandai Namco trouxe mais erros do que acertos ao entregar um jogo abaixo do esperado.

 

História e jogabilidade

O jogo começa com o jogador sobre a pele de uma cidadão comum, logo em seguida vemos Freeza atacar à Terra e consequentemente gerar uma batalha. O nosso personagem comum é então atingido e os heróis resolvem utilizar o Cubo Umbras para que de cidadão comum, nosso personagem, ganhe super poderes. Ao acontecer tal transformação, conseguimos customizar nosso novo herói com roupas e penteados.

Após essa transformação, podemos dizer que o jogo começa: após nos unirmos a Jump Force, temos o objetivo de defender os Mundos Jump de criaturas intituladas de Venoms. Nisso, precisamos recrutar outros heróis já conhecidos por nós, mas que a Bandai Namco por algum motivo resolve apresentar de maneira individual e lenta cada um dos personagens, o que faz com que a jogabilidade se estenda. Mas precisamos admitir que ao manter as vozes originais (japonesas) dos personagens, nos remete uma sensação de nostalgia naqueles que andaram sumidos de nossas rotinas, mesmo que em 80% do tempo os personagens fiquem mudos.

Durante algumas transições do jogo, temos longas pausas para telas de carregamentos que podem levar mais de 40 segundos, algo que se juntar aos eventuais bugs, é um dos maiores problemas, visto que Jump Force foi feito para rodar em consoles de linha como PlayStation 4 e XBox One. Embora citamos essa decepção com os bugs e telas de carregamentos, também precisamos pontuar o fato da trama ser totalmente desperdiçada, tendo em vista a chance que a Bandai teve em fazer um dos maiores crossover do mundo dos jogos.

 

Design e combates

Os cenários são bonitos e bem feitos, inspirados em lugares reais, porém peca em suas animações. Há momentos no jogo onde o cenário de destruição pós-apocalíptico desaparecem de cena, como o estalar de dedos do Thanos. Mas nem tudo foi pensado assim, em outros cenários a destruição é bem elaborada e podemos ver a discrepância que há entre um e outro.

Deixando a história de lado, temos a modalidade de combate onde os visuais, animações e efeitos são muito bem trabalhados, sendo isso um dos pontos altos de todo o jogo. Quando desafiamos um personagem comandado pela inteligência artificial, temos um pequeno problema que é: caso você decore alguns de seus movimentos, seja no modo combate ou história, não terá muitas dificuldades para vencer, chegando muitas vezes conseguir apenas com ataques especiais como o Rasengan de Naruto Uzumaki.

 

O que achamos do jogo?

Divertido, com uma ótima gama de personagens entre heróis e vilões dos mangá que se misturam a história rasa e sem profundidade, sem contar as telas de carregamento que às vezes parecem infinitas. Rodando a 30 FPS, nem sempre isso é alcançado, principalmente em cenas mais memoráveis onde o uso de efeitos especiais é necessário, mas isso também dependerá de onde você está jogando, seja em um console ou PC. Como dito anteriormente, ele diverte, principalmente no multiplayer. Indicamos para fãs do gênero e aqueles que querem se divertir com seus amigos.

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